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Prefeitura Municipal de Estância

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Empossadas novas integrantes do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Estância

Fonte: PREFEITURA DE ESTÂNCIA
11/12/2019 às 11h59

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Durante a tarde da última terça-feira, 10, foi realizada no Salão Nobre do Paço Municipal de Estância a solenidade de Posse das conselheiras que irão compor o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres, CMDM". O evento reuniu secretários, imprensa, e as novas conselheiras, representantes da sociedade civil e governamental, que durante os próximos 2 anos terão a missão de formular e propor diretrizes de ações voltadas à promoção dos direitos das mulheres e atuar no controle social de políticas públicas de igualdade de gênero.

“Este conselho tem um papel fundamental para que possamos encontrar medidas efetivas de enfrentamento da violência contra a mulher que tem aumentado em todo o país. Hoje é um momento importante, esse momento da posse dessas mulheres, para que a gente possa encorajá-las, empoderá-las através desta ação que as legitimam para fazer toda essa discussão”, afirmou o prefeito Gilson Andrade, destacando o pioneirismo da cidade de Estância na implantação de ferramentas de combate a violência contra a mulher.

“Estância foi pioneira na implantação da rede de amparo e proteção a mulher, a exemplo da criação da delegacia de grupos vulneráveis, Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para s Mulheres, CMPM, Conselho de Direito da Mulher, CREAM e Ronda Maria da Penha”, completou.

Maria Guadalupe, que está a frente da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, CMPM e do Centro Regionalizado Especializado em Atendimento à Mulher, CREAM, destacou o empenho da administração do prefeito Gilson Andrade em garantir a manutenção dos direitos das mulheres. Lupinha, como é conhecida, enfatizou que desde quando era Deputado, o atual prefeito tem lutado pela causa das mulheres e trabalhado o tema com o devido respeito e atenção necessária.

Elisângela Barreto, uma das empossadas no conselho, lamentou os índices crescentes de violência contra a mulher e enfatizou a importância do papel das conselheiras no combate a estes números.

“Em 2017 o índice de violência aumentou 36% e ano passado teve um acréscimo de 43%, são dados alarmantes que reforçam a necessidade da nossa ação e por isso este momento é tão importante porque mostra o empenho da gestão e a união das mulheres, sejam elas do âmbito governamental e da sociedade civil, juntos na construção de políticas públicas para proteção da mulher e na garantia dos seus direitos e da diminuição dessa violência que assusta”, relatou.

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