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NEDSDH realiza palestra para alunos do Colégio Estadual Gumercindo Bessa

Fonte: SECOM
10/08/2018 às 12h41

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Reafirmando o compromisso da gestão municipal em desenvolver políticas que promovam o respeito à diversidade sexual, e integrando a programação da “Semana Municipal da Juventude”, o Núcleo Estanciano de Diversidade Sexual e Direitos Humanos (NEDSDH) realizou quinta-feira, 9, uma palestra para os alunos do 3º ano do ensino médio, do Colégio Estadual Gumercindo Bessa. Na oportunidade o coordenador do NEDSDH, Carlos Alberto Lisboa Lima falou sobre temáticas de gênero e diversidade sexual, atendendo, inclusive, uma solicitação da direção da escola em tratar sobre esse assunto com classe estudantil esclarecendo dúvidas.

De acordo com o coordenador do NEDSDH, Carlos Alberto Lisboa, os índices de violência e discriminação contra a população LGBT são alarmantes e a escola por ser um espaço privilegiado para a formação humana precisa abordar essas temáticas esclarecendo o verdadeiro sentido e importância da discussão sobre gênero e diversidade sexual. Ele disse que foi exposta a questão da orientação sexual, crimes de homofobia e LGBTfobia nas escolas que resultam na evasão escolar, assim como o preconceito e bullying, expôs sobre as legislações atuais no que se refere a retificação do prenome social, dentre outros.

“Os números da violência que resultam em morte contra a população LGBT e também de mulheres, o feminicídio no Brasil é o maior no mundo, por isso, é fundamental incluir dentro das atividades curriculares esse assunto. Embora ninguém seja obrigado a aceitar a opção sexual de ninguém, é imprescindível o respeito à diversidade, assim como às pessoas com deficiência, por exemplo, para que estes jovens ao se depararem com uma situação de preconceito, intervenham e sejam multiplicadores. A escola é capaz de modificar e melhorar na evolução da sociedade, então de uma maneira responsável, tivemos esse bate-papo com os alunos, respeitando a faixa etária deles, até porque é no ambiente escolar que eles vivenciam essa rotina que segrega, afasta e reprime, e conforme relatado por eles mesmos existem casos de automutilação de jovens por essa não aceitação. Prometemos voltar em breve para outro bate-papo sobre esse assunto com eles”, salientou Carlos Alberto Lisboa.

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