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Prefeitura Municipal de Estância

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SMS Vai realizar ação alusiva ao "Janeiro Roxo"

Fonte: SECOM
23/01/2019 às 11h12

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O “Janeiro Roxo”, campanha que lembra o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, que neste ano será celebrado no dia 27 de janeiro terá uma ação alusiva promovida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenação de Vigilância Epidemiológica, no dia 25 de janeiro, durante a ação Prefeitura Itinerante, no bairro Bomfim. Dentre as atividades de saúde realizadas pela SMS em um estande montado na praça do bairro, também haverá a distribuição de folders explicativos sobre a Hanseníase e triagem de manchas para diagnóstico da doença, e em caso suspeito, os pacientes serão encaminhados para a Unidade de Saúde de referência para consulta médica e exames de diagnósticos.

A campanha nacional do “Janeiro Roxo” deste ano tem como foco a prevenção das incapacidades físicas que são provocadas quando o diagnóstico da Hanseníase não é feito de maneira precoce. Por isso, a ação objetiva a busca ativa e precoce de pacientes com manchas a fim de diagnosticar e tratar a doença de maneira imediata. “Se o diagnóstico for tardio, podem surgir incapacidades físicas e algumas delas são irreversíveis”, destaca a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SMS, Adriana Teixeira.

A Hanseníase é uma doença transmissível que acomete principalmente a pele e os nervos periféricos causando incapacidades físicas. A forma de transmissão acontece pelas vias aéreas por meio da fala, da tosse (ou espirro), e através de uma pessoa doente e sem tratamento. A doença começa com manchas pelo corpo que podem ser esbranquiçadas, cor-de-rosa ou marrons, e no local dessas manchas, a pessoa não sente dor, frio, calor ou, até mesmo, o toque, ficando mais vulnerável a queimaduras e cortes nas regiões afetadas, o que pode acarretar infecções, por isso, é considerada uma doença infecciosa, crônica, de grande importância para a saúde pública devido sua magnitude e potencial incapacitante.

No ano de 2017, em Estância foram registrados 10 casos de Hanseníase e houve alta por cura de 100%. Em 2018 foram seis casos, desses, um já obteve alta por cura e os outros cinco seguem em tratamento. “Existe dois tipos de tratamento para o agravo, o primeiro é para Hanseníase paucibacilar que é realizado em seis meses, e o segundo é para a Hanseníase multibacilar no qual o tratamento é realizado durante 12 meses. Por isso que os casos que registramos em 2018 ainda não receberam alta por cura, dos seis pacientes diagnosticados em 2018, cinco foram por Hanseníase multibacilar”, explica a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SMS, Adriana Teixeira.

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