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Prefeitura Municipal de Estância

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SMS inicia a Campanha de Vacinação Antirrábica 2018

Fonte: Secom
13/09/2018 às 10h02

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Com a meta de vacinar 10.579 mil animais, entre cães e gatos, cuja a cobertura vacinal não deve ser inferior a 80%, a Prefeitura de Estância, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), iniciou nesta quarta-feira, 12, a Campanha de Vacinação Antirrábica 2018 na zona rural, e que segue até o dia 24 de outubro. A primeira comunidade a receber a ação foi o Alecrim. Na quinta-feira, 13, será realizada nos Povoados Taquarí, Manoel Dias e Coqueiro de Dentro e Fora; e na sexta-feira, 14, a ação acontece no Taquarí; Riachão da Praia (Povoado Jenipapo), Manoel Dias e no Abaís. As vacinações sempre iniciam às 7h até às 13h.

De acordo com a coordenadora da Vigilância em Endemias, Fernanda Assunção Silva, a campanha está dividida em duas etapas. A primeira com início na zona rural, com postos de vacinação fixos e itinerantes de acordo com a realidade de cada localidade para que seja alcançado o êxito na cobertura; e a outra etapa acontece nos dias 6 e 7 de novembro no bairro Cidade Nova. No 24 de novembro acontece o Dia D da Vacinação Antirrábica para cães e gatos concluindo, então, ampanha de Vacinação Antirrábica 2018. "Existem moradores que criam cães e gatos e não têm veículo para conduzir os animais para tomar a vacina nos postos fixos. Por esse motivo, os agentes de Endemias sairão de porta em porta, para vacinar esses animais", explicou.

A raiva é causada por um vírus (Rhabdovírus), que se multiplica e se propaga, via nervos periféricos, até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica. A forma mais comum de transmissão é através de contato com saliva de animal raivoso, seja por mordeduras ou lambeduras de mucosa e, até mesmo, por arranhaduras. Desta forma, por tratar-se de uma doença fatal, a melhor maneira de evitá-la é vacinando os animais. A vacinação é gratuita, obrigatória e os donos devem levar o cartão de vacinação do animal. Em áreas urbanas, o cão é o principal responsável pelas transmissões (quase 85% dos casos), seguido do gato. "Precisamos da colaboração de todos, pois essa proteção é muito importante para evitar que os animais peguem a doença e transmitam para donos e pessoas próximas", alertou a veterinária da SMS, Francielle Rodrigues Santos.

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